Jiu Jitsu… a Suave Arte da Liberdade!

Gracie Barra - Pe

Gracie Barra - Pe

E fez-se um novo mundo…

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# E daquele dia em diante,
# A Menina Zumbi não pode mais
# Se contentar com o Jardim da Gaiola…
# Havia sentido o sabor da liberdade,
# Da espera e da coragem!
# O Menino dos Olhos de Diamante
# Que permanecia em seu mundo,
# Era lembrado em todas as horas,
# Mas agora um novo universo nascia
# E a Menina quis andar, e andar mais ainda…

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O pôr-do-Sol…

Por Antoine de Saint-Exupéry
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Assim eu comecei a compreender, pouco a pouco, meu pequeno principezinho, a tua vidinha melancólica. Muito tempo não tiveste outra distração que a doçura do pôr-do-sol. Aprendi esse novo detalhe quando me disseste, na manhã do quarto dia:

– Gosto muito de pôr-do-sol. Vamos ver um …
– Mas é preciso esperar.
– Esperar o quê?
– Esperar que o sol se ponha.

Tu fizeste um ar de surpresa, e, logo depois, riste de ti mesmo. Disseste-me:
Eu imagino sempre estar em casa!

De fato. Quando é meio-dia nos Estados Unidos, o sol, todo mundo sabe, está se deitando na França. Bastaria ir à França num minuto para assistir ao pôr-do-sol. Infelizmente, a França é longe demais. Mas no teu pequeno planeta, bastava apenas recuar um pouco a cadeira. E contemplavas o crepúsculo todas as vezes que desejavas. . .

Um dia eu vi o sol se pôr quarenta e três vezes!
E um pouco mais tarde acrescentaste:
Quando a gente está triste demais, gosta do pôr-do-sol …
– Estavas tão triste assim no dia dos quarenta e três?
Mas o principezinho não respondeu.

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# Ontem eu vi o sol se por quarenta e três vezes…
# Tempo de recomeçar!

Metal Contra as Nuvens

Legião Urbana
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I

Não sou escravo de ninguém
Ninguém, senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E, por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz.

Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais.

Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.

Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição,
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.

Minha terra é a terra que é minha
E sempre será
Minha terra tem a lua, tem estrelas
E sempre terá.

II

Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa.

Quase acreditei, quase acreditei

E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.

Olha o sopro do dragão…

III

É a verdade o que assombra
O descaso que condena,
A estupidez, o que destrói

Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.

Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos.

Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.

Não me entrego sem lutar
Tenho, ainda, coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.

IV

– Tudo passa, tudo passará…

E nossa história não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.

E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos.

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# “Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
# Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
# Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão”

#E assim é que é…

A Fonte

Extraído do livro O Pequeno Príncipe
de Antoine de Saint Exupéry
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– Bom dia, disse o principezinho.
– Bom dia, disse o vendedor.
Era um vendedor de pílulas aperfeiçoadas que aplacavam a sede. Toma-se uma por semana e não é mais preciso beber.
– Por que vendes isso? perguntou o principezinho.
– É uma grande economia de tempo, disse o vendedor. Os peritos calcularam – A gente ganha cinqüenta e três minutos por semana.
– E que se faz, então, com os cinqüenta e três minutos?
– O que a gente quiser…
“Eu, pensou o principezinho, se tivesse cinqüenta e três minutos para gastar, iria
caminhando passo a passo, mãos no bolso, na direção de uma fonte. . .”

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# E eu também…